Esquerda uruguaia ratifica decis�o de julgar crimes da ditadura

O Plen?rio Nacional da Frente Ampla (FA) do Uruguai ratificou neste s?bado a decis?o de votar um projeto interpretativo da Lei de Caducidade que representa deix?-la sem efeito e abrir as portas para julgar os violadores dos direitos humanos durante a ditadura (1973-1985).

Na reuni?o, que durou mais de oito horas, participaram delegados de todos os setores que integram a governante coaliz?o de esquerda, ministros de Governo, legisladores e representantes das bases. Entre os presentes esteve a senadora Luc?a Topolansky, mulher do presidente Jos? Mujica.

No meio da pol?mica interna gerada nas ?ltimas semanas, o Plen?rio Nacional "lembrou" aos legisladores da Frente Ampla, que s?o maioria tanto no Senado como na C?mara dos Deputados, que independentemente de suas posturas pessoais dever?o votar o estipulado por "disciplina partid?ria", assinalaram fontes da coaliz?o.

Assim ficou estipulado entre os l?deres dos principais setores da FA, integrada por socialistas, comunistas, ex-guerrilheiros Tupamaros, social-democratas e independentes, entre outros, com o presidente da coaliz?o, Jorge Brovetto.

No pr?ximo dia 19 de maio a C?mara dos Deputados, onde a Frente Ampla tem 50 dos 99 membros, deve votar o projeto interpretativo da Lei de Caducidade.

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